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Investimentos
O que é taxa Selic e quais são as consequências da alta na taxa de juros

Reunião do Comitê de Política Monetária, realizada no último dia 5, definiu um aumento de 0,75 pontos percentuais no índice.

No último dia 5 de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) definiu por unanimidade aumentar a taxa Selic em 0,75 pontos percentuais, confirmando um novo ciclo de alta na taxa de juros da economia já anunciado na reunião de março.

Este é o segundo aumento seguido da taxa no ano, e a partir de agora ela atinge o patamar de 3,5% ao ano. Desde 2015, o índice vinha sofrendo quedas contínuas, como forma de conter o avanço da inflação durante a pandemia.

Porém, você já parou para pensar em como funciona a definição da taxa Selic, qual é a importância dela para os investimentos e de que maneira esse aumento no índice impacta nas suas finanças?

Copom e taxa Selic: como o índice é determinado?

O valor dos juros básicos da economia brasileira é definido pela Taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia). Todas as instituições financeiras, incluindo bancos, levam em consideração esse índice na hora de atribuir a remuneração de aplicações ou de conceder empréstimos.

A taxa Selic impacta na rentabilidade da Caderneta de Poupança, dos CDBs e do Tesouro Direto: em tese, quanto menor a Selic, menores serão os rendimentos. Em alguns casos o impacto pode ser imediato, enquanto em outras as variações são percebidas em médio e longo prazo.

Tome como exemplo os CDBs: quando o investidor adquire um título junto à uma instituição financeira está, na verdade, emprestando seu capital ao banco por um determinado prazo e, em troca disso, recebe uma remuneração - os juros. Se os juros no período são maiores, em tese maior também será o retorno sobre a aplicação dentro dessa modalidade.

Em outras palavras, Selic em alta costuma ser um indício favorável aos investimentos em renda fixa se comparado aos períodos em que a taxa está em queda.

O que muda com o aumento da taxa Selic?

Com a Selic a 3,5%, os títulos de CDB, além de investimentos de renda fixa atrelados ao CDI, voltam a figurar como opções atrativas para quem quer alocar seu dinheiro em ativos de baixo risco e previsibilidade, como é o caso dos CDBs do Paraná Banco, que atualmente oferecem as seguintes rentabilidades:

 

  • CDB 1 ano: 120% do CDI
  • CDB 2 anos: 126% do CDI
  • CDB 3 anos: 127% do CDI

Mês de referência: Maio/2021.

Olhando um pouco além do cenário atual, segundo o boletim Focus 12/04 a expectativa é de que a taxa Selic alcance 5,25% ao final deste ano. Em vista disso, a escolha de CDBs Pós-fixados também tende a ser vantajosa.

Vale lembrar que os CDBs têm desconto de Imposto de Renda, que varia de 22,5% a 15% (tabela regressiva), na data de vencimento ou liquidação do título. Porém, quanto mais longo for o investimento, menores serão os tributos.

No caso da rentabilidade dos CDBs do Paraná Banco, mesmo se considerarmos os descontos de Imposto de Renda, essa ainda é uma das alternativas com melhor rentabilidade líquida no mercado na atualidade, quando observado o grau de risco da dívida.

Além disso, entre os atrativos dessa modalidade de investimento, podemos destacar a liquidez diária, a relativa previsibilidade de ganhos e, no caso específico do Paraná Banco Investimentos, a possibilidade de contratação 100% online.

Se você ainda ficou com alguma dúvida sobre quais são as melhores opções de investimento de acordo com as tendências do mercado em cada momento, não deixe de consultar a equipe de especialistas do Paraná Banco Investimentos.

Estamos à sua disposição para orientá-lo da melhor forma possível para que você possa obter sempre os melhores resultados. Aproveite esse momento de mudança na taxa Selic para planejar seus investimentos para os próximos meses. Pode contar conosco!